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30 Abr 2009
Após algumas semanas de experiência com a nova versão (8) do Explorer, a minha impressão é bastante positiva em relação às versões anteriores do navegador da Microsoft. É um browser bem mais rápido e os denominados aceleradores facilitam bastante a vida. O modo InPrivate (também denominado modo porno) é de agradecer, assim como as diversas opções nas guias. Já no lado negativo a interface resulta um pouco carregada demais e segue a tradição das versões anteriores do Explorer.
A estas alturas do campeonato, a Microsoft trata de recuperar o terreno perdido com outros navegadores, principalmente o Firefox. No meu caso, eu utilizei o navegador da raposa como meu browser principal nos dois últimos anos, alternando em alguma ocasião com o Opera. A minha impressão do Firefox sempre foi boa, porém um dos pontos fortes do Firefox que são os plug-ins às vezes termina atrapalhando a sua velocidade.
Dai que quando o Chrome foi lançado, a sua filosofia minimalista (certamente Googleana) na interface (esta sim, revolucionaria) e de velocidade máxima me atraiu desde o principio. Entendo também a posição de Google um tanto reticente a plug-ins no navegador. Penso que bons serviços web podem substituir a maioria dos plug-ins, no entanto a Google já anuncio a possibilidade de incorporá-los. Veremos como isso afeta a eficiência do navegador.
Voltando a minha experiência, mesmo reconhecendo que o Explorer 8 é um grande navegador, fico com o Chrome. Ainda há uma diferença de velocidade a favor do navegador da Google em relação aos demais, mas sobre todo me atrai a sua filosofia. Creio que as ultimas versões dos principais navegadores da red (incluindo o Safari) são todas muito boas e a sua escolha depende muito do perfil do navegante.
Dificilmente com tamanha concorrência, o Explorer que chegou ter 97% do mercado nos seus melhores tempos recuperará o terreno perdido. Hoje o navegador da Microsoft tem um 70%, e com o Chrome crescendo esta cifra deve diminuir ainda mais.